segunda-feira, 17 de junho de 2013

Situação de aprendizagem:Texto "Avestruz"

AGRUPAMENTO DAS IDEIAS (Discussão dos dois grupos).
Texto: Avestruz.
A prática fundamentada na teoria.
Elaborar questões/ atividades para diferentes etapas de uma situação de aprendizagem com foco em leitura, a partir das seguintes estratégias:
Estratégias:
1-      Ativação dos conhecimentos de mundo; antecipação ou predição; checagem de hipóteses.
·         “Tempestade de ideias”.
2-      Localização de informações; comparação de informações; generalizações.
·         Construção de ficha técnica.
* Nome científico;
              * Peso, tempo de gestação, tempo de vida, etc;
              * Em grupos: montar o texto (recortado em parágrafos);
              * Leitura silenciosa acompanhada do dicionário;
              * Interpretação oral do texto.
       4- Recuperação do contexto de produção; definição de finalidades e metas da atividade da leitura.
·         Produção de texto.
               * Os alunos escreverão um novo final para a narrativa escolhendo entre duas propostas:
a) O menino criar as gaivotas e o urubu no apartamento.
b) A mãe não ter aceitado e levado o menino ao psicólogo.
                * Ao final criarão uma tira, representando um novo texto.     
                * Será feito uma roda de leitura para que os alunos possam compartilhar suas produções.

        

Apresentação sequencia didática "Meu primeiro beijo "

Apresentacao Sequencia Didatica
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quinta-feira, 6 de junho de 2013





Sem  ler, ninguém escreve.


" Acreditamos que a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.
Se a nossa opção é progressiva, se estamos a favor da vida e não da morte, da equidade e não da injustiça, do direito e não do arbítrio, da convivência com o diferente
e não de sua negação, não temos outro caminho se não viver a nossa opção.
Encarná-la, diminuindo, assim, a distância entre o que dizemos e o que fazemos"
Paulo Freire
Educação

"As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
Aprendemos palavras para melhorar os olhos."

"Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido!"
Rubem Alves

Para pensar!

"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."  Carlos Drummond de Andrade.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Paulo Freire


Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre.
Paulo Freire

Minha infância

Minha infância foi muito pobre não tínhamos livros em casa, mas meus pais sempre valorizaram o estudo, achavam lindo ler e escrever e fizeram de tudo para que estudássemos  Na adolescência a nossa situação financeira já havia melhorado e liamos os livros que a escola pedia (naquela época tínhamos que comprar, nada era dado), minha mãe fazia com que encapávamos e etiquetávamos  tínhamos que ter o maior cuidado e estes tinham lugar nobre na casa, a estante da sala. Adoravámos ler, por falta de livros, liamos e reliamos várias vezes os mesmo...rsrsrsrsrs. Um livro marcou minha infância, estava na 3ª série, "Xisto, o menino do dedo verde". Hoje, gosto de ler para entender a vida, entender as pessoas, as situações, gosto de transpor o que leio para minha vida e vice versa.

Depoimento da professora Ana Lucia.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Encontro comigo mesma.

Bem,  como  muitos  colegas, já  mencionaram,  ler  é  muito  significativo  e  prazeroso, nos transporta  a  lugares e  situações  onde jamais  imaginávamos  estar.  É  uma viagem  deslumbrante! Na minha  adolescência um livro que me deixou fascinada  foi  o  "Encontro  Marcado"  de  Fernando Sabino.  Num primeiro  momento, sendo  aqui  muito  sincera,   li  por "obrigação, já que  a professora  de lingua  portuguesa  do ensino  médio  fazia  avaliações de  diversos  títulos, e com este não seria  diferente. Depois, numa segunda  leitura,  acabei me encantando  com o enredo  e percebi  que  o maior  encontro  naquele contexto  era  "comigo  mesma". Quando  nos  identificamos  com  um determinado  personagem  então,  a leitura  frui muito  melhor. É  como  se  parte  de nós  estivesse sendo  desvendada. Como  se nós nos tornássemos  autores  e personagens simultaneamente. Já  fiz  a leitura  deste  título  quatro  vezes,  a  última  recentemente, e  agora com uma  visão um pouco  mais  experiente  da  vida  e do  mundo, reafirmo: o  maior encontro,  sem dúvida alguma, foi  comiga  mesma.

Leitura: exercício de fruição.

Não sei dizer quando ou qual foi minha primeira experiência com a leitura ou a escrita, pois sinto que desde que "me entendo por gente" elas estão presentes de maneira tão natural e prazerosa que é impossível definir.
Minha casa sempre esteve cheia de livros e meus pais foram e são grandes incentivadores, quando criança, acredito que li todos os contos de fadas que existiam. Na adolescência apaixonei-me perdidamente por Jostein Gaarder e li tudo que imprimia seu nome na capa, mas como não citar Machado de Assis, Gustave Flaubert, James Joyce, Lygia Fagundes Telles, Herman Hesse e tantos outros, que aqui não caberiam e que foram invadindo minhas preferências, minha estante e meu coração.
Ler parece-me um exercício de "apropriação do outro", quando lemos nos tornamos parte daquele que escreveu e de suas experiências e de alguma maneira, no momento da leitura somos um único ser ligados por um mesmo prazer.

sábado, 1 de junho de 2013

Palavras que encantam .



A  lembrança que imediatamente me vem à cabeça quando me questionam sobre uma leitura marcante é a da obra “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, que li ainda nos tempos de escola, mais precisamente no último ano do Ensino Médio.Confesso que ao apropriar-me do livro e ler o título em meio às ilustrações da capa fiquei muito curiosa e a primeira coisa que fiz foi procurar entender o porquê da capa em geral.A cada capítulo que passava por mim, me sentia dentro da história e sentia as emoções que dela eram providas. Diversas vezes chorei com passagens da história, que retrata uma família de retirantes do Sertão que era condicionada a uma vida sub humana diante dos problemas sociais como a seca, a pobreza e a fome.Dentre as personagens, a cachorra Baleia era a personagem mais humana em minha opinião, pois pensava, sonhava e agia como ser humano. A morte dessa personagem me fez chorar muito.Após ler a obra fiz uma resenha crítica sobre a história e, me lembro bem que nunca fiz uma tarefa com tanto gosto como aquela.