Minha casa sempre esteve cheia de livros e meus pais foram e são grandes incentivadores, quando criança, acredito que li todos os contos de fadas que existiam. Na adolescência apaixonei-me perdidamente por Jostein Gaarder e li tudo que imprimia seu nome na capa, mas como não citar Machado de Assis, Gustave Flaubert, James Joyce, Lygia Fagundes Telles, Herman Hesse e tantos outros, que aqui não caberiam e que foram invadindo minhas preferências, minha estante e meu coração.
Ler parece-me um exercício de "apropriação do outro", quando lemos nos tornamos parte daquele que escreveu e de suas experiências e de alguma maneira, no momento da leitura somos um único ser ligados por um mesmo prazer.
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